quinta-feira, 22 de novembro de 2012
ATA Nº. 01/2012 - REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA - UNCME SC
Seminário Estadual do FUNDEB-SC
8h30min às 9h – Credenciamento
9h às 9h45min – Abertura e composição da mesa e a apresentação da agenda de trabalho pelo Presidente do Conselho Estadual do FUNDEB/SC, Professor Gilberto Borges de Sá e pelo Presidente do Tribunal de Contas do Estado, César Filomeno Fontes.
9h45min às 10 h – Intervalo
10h às 12h - Palestra: Fortalecimento e Atuação dos Conselhos de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB Palestrante: Vander Oliveira Borges. Coordenador-Geral de Operacionalização do FUNDEB/FNDE – Brasília/DF
14h às 15h30min – Palestra: A fiscalização dos recursos do FUNDEB pelo TCESC
Palestrante: Luiz Cláudio Viana – Auditor Fiscal de Controle Externo e Coordenador de Controle da Diretoria de Controle de Municípios do TCESC
15h 30min às 16h - Coffee- break
16h às 17h30min – Palestra: A fiscalização do FUNDEB pelo MPSC Palestrante: Representantes do MPSC
17h30min - Encerramento
Mais informações poderão ser obtidas com a Secretária Executiva do Conselho Estadual do Fundeb, Letícia Passos da Silveira.
Telefones: (48) 3221-6095, 3221-6097 (fax) 9971-4654.
E-mail: leticia@sed.sc.gov.br ou fundeb@sed.sc.gov.br.
Encontro dos Conselhos de Educação - Região Sul
APRESENTAÇÃO
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I ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SANTA
CATARINA – REGIÃO SUL
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JUSTIFICATIVA
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A educação brasileira caracteriza-se no tocante
ao sistema político-administrativo por uma composição em três ordens de
sistemas, o federal, o dos estados/distrito federal e o dos municípios. A
possibilidade dos municípios constituírem seus sistemas de ensino de forma
autônoma, embora referenciados ao quadro regulatório nacional, é uma força
emergente da
Constituição Federal de 1988, embora sua realização não ocorra sem conflitos e contradições. Na medida em que no atual cenário político-administrativo da educação brasileira há igualdade (pelo menos nominal-legal) entre estas três instâncias da educação em matéria de organização do ensino, o tema do regime de colaboração e das relações entre elas se reveste de grande importância. A importância decorre também da tensão sempre presente entre centralização e descentralização da educação e de perspectivas regulatórias nacionais e transnacionais que podem se impor e abafar as iniciativas de políticas educacionais locais ou ser rearticuladas e reinterpretadas conforme as condições de cada contexto e percepção dos atores. Assim, embora a Constituição Federal de 1988 esteja em vigência há mais de vinte e quatro anos, o debate acerca do regime de colaboração está inconcluso, é intenso e controverso e algumas análises indicam uma retração da descentralização, embora a própria Constituição tenha reconhecido o município como ente capaz de organizar a educação local e valorizada sua interlocução na federação. Este trabalho discute o Regime de Colaboração na direção da iniciativa municipal embora no cenário amplo esteja presente a regulação nacional e internacional que o encapsulam, impactam e rearticulam. O debate se volta para o regime de colaboração a partir do ângulo, da ótica, do lugar que lhe é atribuído pelos municípios. O questionamento volta-se para a forma como os municípios da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) criaram os Sistemas Municipais de Ensino. Será que em seus Sistemas de Ensino existe alguma alusão acerca do Regime de Colaboração? Que desdobramentos os municípios propõem para, em regime de colaboração, participar do processo nacional de avaliação do rendimento escolar e melhoria da qualidade da educação? |
OBJETIVO GERAL
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Elaborar uma Agenda Instituinte de Colaboração
entre os Órgãos dos Sistemas de Ensino
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OBJETIVOS ESPECIFICOS
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PÚBLICO ALVO
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Secretários e Conselheiros de educação Municipais
e Estaduais
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Nº. DE VAGAS
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600
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DATA
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10/12/2012
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PROGRAMAÇÃO
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Dia 10.12.2012(Segunda Feira)
Horário: 19h às 22h
„« Mesa de Sessão de Abertura:
Secretário SASE/MEC – Professor: Arnóbio Marquês de Almeida Júnior. Secretário de Estado da Educação de Santa Catarina – Professor Eduardo Deschamps. União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação(UNCME) – Professora: Maria Ieda Nogueira. Presidente do Conselho Estadual de Educação de SC – Professor: Mauricio Fernandes Pereira. Coordenadora da UNCME/SC – Professora: Darli de Amorim Zunino. Presidente do Conselho Municipal de Florianópolis – SC – Professor: Lourival Martins Filho. União dos Dirigentes de Educação – UNDIME/SC – Professor: Rodolfo Joaquim Pinto da Luz. Presidente do Fórum Estadual de Educação/SC – Professora: Elza Marina da Silva Moretto.
„« Palestra de Abertura: A Educação no
Município: Sistema, Regime de Colaboração e o Papel dos Conselhos.
Palestrante: Prof. Dr. Mauricio Pereira Fernandes
– Presidente do Conselho Estadual de Educação
Dia 11/12/2012(Terça Feira)
Horário: 08h00min
Palestra: A importância dos Conselhos Municipais
e Estaduais de Educação na Defesa dos Direitos Humanos.
Palestrante: Profª Clélia Brandão Alvarenga
Craveiro
Diretoria de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania
„« 09h45min – Intervalo para o Café/Lanche
„« 10h – Palestra: Os Planos Municipais,
Estaduais e o Sistema Nacional de Educação: O papel dos Conselhos Municipais
e Estaduais de Educação e a organização Territorial da Política Educacional.
Palestrante: Prof. Arnóbio Marquês de Almeida Júnior – Secretário Nacional de Articulação com os Sistemas de Ensino.
„« 12h – Almoço
„« 13h30min/14h30min Mesa Redonda: Regime de Colaboração entre os
Sistemas de Ensino:
*UNCME/Nacional – Professora Maria Ieda
Nogueira.
*UNDIME/SC – Prof. Rodolfo Joaquim Pinto da Luz. *SED/SC – Prof. Eduardo Dechamps. *CEE/SC – Mariane Beyer Ehrat
*SASE/MEC – Professora: Flávia Maria de Barros
Nogueira/Diretora de Articulação com os Sistemas de Ensino.
Coordenadora da Mesa: UNCME.
REUNIÃO TÉCNICA DA REGIÃO SUL
„« 15h Palestra: Importância de uma Agenda
Instituinte de Colaboração entre os Órgãos dos Sistemas de Ensino.
Palestrante: Professora: Maria Iêda Nogueira -
Presidente Nacional da UNCME
„« 16h Grupos de Trabalho por Estado: Construção
da Agenda
„« 17h Apresentação da Agenda de
Trabalho: Relator de Cada Grupo
„« 18h Encerramento |
HORÁRIO
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Das 00H00MIN às 00H00MIN
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CARGA HORÁRIA
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12:00 horas
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LOCAL
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Auditório Antonieta de Barros da Assembleia
Legislativa de Santa Catarina –Rua Dr. Fontes, 310,
Florianópolis/SC.
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INFORMAÇÕES
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INSTITUÇÃO PROMOTORA
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UNCME – União
Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – SC.
MEC/SASE – Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino SED/SC – Secretaria Estadual de Educação – SC CEE/SC – Conselho Estadual de Educação de SC UNDIME – União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação ALESC - Assembleia Legislativa/SC – Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira CME/FLORIANÓPOLIS/SC - Conselho Municipal de Florianópolis/SC |
INSTITUÇÕES DE APOIO E PARCERIAS
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Ministerio da Educação
Para se inscrever no evento basta clicar no link.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
XXII Encontro da UNCME 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
XXII Encontro Nacional dos Conselhos Municipais de Educação
Organizado pela União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação do Rio Grande do Sul (UNCME/RS), o encontro objetiva oportunizar aos conselheiros municipais uma reflexão crítica sobre o papel social e político dos conselhos em sua localidade de atuação.
Abaixo programação do evento.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Ministro emperra resoluções do Conselho Nacional de Educação
De 8 pareceres relativos à Educação Básica deste ano, 7 aguardam homologação e há assuntos na fila desde 2006
Em 18 de agosto de 2008 foi aprovada a lei que tornava o ensino de música obrigatório em um prazo de três anos. Dois meses depois, o Conselho Nacional de Educação (CNE) emitiu parecer que orientava a contratação de profissionais para aulas e políticas de incentivo à formação de professores na área. O limite para que a legislação comece a valer vence em três semanas e a decisão do órgão ainda aguarda homologação do ministro da Educação, Fernando Haddad – em uma fila com pelo menos outros 22 assuntos pendentes.
Francisco Cordão, presidente da Câmara da Educação Básica do CNE, que espera resposta para 7 das 8 decisões deste ano
Formado por 25 membros representantes de entidades ligadas à educação e validados pela Presidência da República, o Conselho é um órgão de consulta e assessoramento dividido em duas câmaras, a de Educação Básica – que trata de ensino fundamental e médio – e a de Educação Superior. De acordo com a página do Ministério da Educação, “compete ao Conselho e às Câmaras exercerem as atribuições conferidas pela Lei 9.131/95, emitindo pareceres e decidindo privativa e autonomamente sobre os assuntos que lhe são pertinentes”.
Para que as decisões do órgão se tornem resoluções, precisam ser homologadas pelo ministro, que pode também devolver o documento para nova análise. De oito pareceres publicados em 2011 pela Câmara da Educação Básica, apenas um foi homologado. Outros sete não tiveram qualquer resposta, incluindo algumas dos principais temas da área: flexibilização do ensino médio; orientação de uso das obras de Monteiro Lobato com suposto teor racista; inclusão de profissionais da educação infantil na carreira de magistério (e consequências salariais); esclarecimento sobre quais funcionários de escola estão incluídos no Plano de Carreira da Educação Básica; acúmulo de cargo de professores; certificação de conhecimentos para continuidade de cursos técnicos; e recomendação de férias para a educação infantil (veja detalhes abaixo).
Em 2010, foram 17 pareceres, seis estão pendentes. Há ainda dois que aguardam apreciação desde 2009, três desde 2008 – incluindo o da música – e três desde 2007. A demora preocupa os conselheiros, que têm debatido uma forma de prevenir o atraso. O presidente da Câmara de Educação Básica, Francisco Aparecido Cordão, defende que haja um prazo. “Atualmente, esses documentos não prescrevem oficialmente, mas claro que depois de um certo tempo a situação já mudou e o debate se perdeu, por isso estamos debatendo nas reuniões uma forma de acelerar o processo”, diz.
Atualmente, esses documentos não prescrevem oficialmente, mas claro que depois de um certo tempo a situação muda, por isso estamos debatendo nas reuniões uma forma de acelerar o processo”
Ele reivindica que, em vez de protelar, o ministro devolva os pareceres com os quais não concorda para que o grupo volte a debatê-lo. Um exemplo é o projeto que estabelece o Custo Aluno Qualidade, um valor mínimo por estudante a ser aplicado pelo governo que leva em conta todo o necessário para uma formação adequada.
Um parecer de 58 páginas sobre assunto foi publicado em maio de 2010 e com valores que deveriam se tornar “referência para a construção de matriz de padrões mínimos de qualidade”, mas até agora não houve retorno oficial do ministério. “Sabemos que este documento vai voltar com divergências, o que estamos cobrando é urgência nesta devolução”, comenta.
O relator José Fernandes de Lima, autor do parecer de 64 páginas que muda a organização e o enfoque do ensino médio culpa a burocracia pela demora. O documento foi enviado ao governo em maio, chegou a receber elogio de Haddad e a previsão era que fosse homologado em, no máximo, 30 dias. “O assunto foi amplamente debatido e tem uma relevância grande, mas agora só posso esperar e trabalhar no próximo.”
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação disse que pareceres “doutrinários”, descritos como “balizadores da política nacional de educação, tais como os de diretrizes, orientações complementares para políticas públicas e normas de aplicações de regras nacionais ou regionais” necessitam de maior tempo, debates e cautela na apreciação para a aprovação.
“Tendo em vista a necessidade do debate prévio, pela sociedade, no caso especialmente da homologação dos pareceres doutrinários, a orientação do Ministro da Educação é a de que todos os pareceres das Câmaras (Básica, Superior e Plena) do Conselho Nacional de Educação sejam primeiramente publicados e disponibilizados na página do CNE no Portal MEC. A possibilidade de consulta aos pareceres não-homologados suscita o debate na sociedade e permite o diálogo com o Ministério da Educação e o CNE”.
- Flexibilização do ensino médio Dá liberdade a escolas e sistemas de ensino para que montem a grade curricular mais interessante aos alunos com ênfase em trabalho, ciência e tecnologia e cultura. (clique aqui para acessar o parecer)
- Monteiro Lobato Refeito a pedido do ministro, orienta o uso das obras de Monteiro Lobato com contextualização da sociedade racista em que vivia o escritor (clique aqui para acessar o parecer)
- Inclusão de profissionais da educação infantil na carreira de magistério Responde a consulta sobre a obrigatoriedade de remunerar como professores, funcionários sem formação que trabalham em escolas infantis (clique aqui para acessar o parecer)
- Funcionários de escola no Plano de Carreira da Educação Detalha quais profissionais estão incluídos na designação funcionários usada no Plano (clique aqui para acessar o parecer)
- Acúmulo de cargo de professores Estabelece que o acúmulo de cargos de professores em redes diferentes deve ser tratado entre os sistemas interessados desde que a carga horária máxima fique em 40 horas semanais (clique aqui para acessar o parecer)
- Certificação de cursos técnicos Trata de como avaliar e certificar estudantes que tenha feito parte do curso em outras instituições ou tenham conhecimentos práticos para efeitos de transferência e continuidade dos estudos (clique aqui para acessar o parecer).
- Férias na educação infantil Recomenda que as escolas de educação infantil (creches) tenham férias para professores e alunos, diferenciando a atividade da assistência social para famílias que não têm com quem deixar as crianças (clique aqui para acessar o parecer)
Fonte: Ultimo segundo - iG acessado em 27 de julho de 2011





